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Os direitos naturais do homem
Autor(a): Carlos Aurélio Mota de Souza

Estes fundamentos perenes, imutáveis em todos os códigos, Cícero explicou que se tratava de “uma lei verdadeira, norma racional, conforme à natureza, inscrita em todos os corações, constante e eterna, a mesma em Roma e em Atenas; tem Deus por autor; não pode, por isso, ser revogada nem pelo senado nem pelo povo; e o homem não a pode violar sem negar a si mesmo e à sua natureza, e receber o maior castigo” (República, II, 22).

É o mesmo princípio que Sócrates aplicava ao homem: “conhece-te a ti mesmo”; e mais tarde Santo Agostinho: “não saia fora de ti, entra em ti mesmo, pois no interior do homem habita a verdade”.




Fonte: Cedido pelo autor
14/4/2011

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