Entrevistas

 
STF: novos ministros, novas funções, novos problemas

Um dos juristas mais conhecidos e respeitados do País, o advogado tributarista Ives Gandra da Silva Martins tem um currículo extenso e diversos títulos. É Professor Emérito das universidades Mackenzie, UNIP, UNIFIEO, UNIFMU, do CIEE/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército - ECEME, Superior de Guerra – ESG e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa das Universidades de Craiova (Romênia) e da PUC-Paraná, e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal); Presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio - SP; fundador e Presidente Honorário do Centro de Extensão Universitária –CEU/Instituto Internacional de Ciências Sociais - IICS.

 

Para falar sobre o desempenho recente do Supremo Tribunal Federal (STF), em particular do julgamento do Mensalão e as novas teses jurídicas quede lá saíram, Ives Gandra recebeu a reportagem do Digesto Econômico em seu escritório no bairro dos Jardins. Em sua opinião, o STF deixou o seu papel de Guardião da Constituição e enveredou perigosamente em terreno pantanoso, passando a ser um legislador positivo, ou seja, passou a fazer leis.

 

Consequência disso é o conflito que vemos hoje entre o STF e o Poder Legislativo- Congresso Nacional e Senado.



Fonte: Revista Digesto Econômico, Edição Maio/Junho/2013 , pp. 14 a 19
29/7/2013

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